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Para muitos, hoje é Dia do Trabalhador. Para mim, é o dia da morte do Senna. Faz hoje 20 anos. Na altura, eu tinha apenas 5. Já via Fórmula 1, mas desse tempo, naturalmente, não tenho memórias mais encorpadas do que um ou outro vago flash. A minha primeira memória certa da F1 será, apercebo-me agora, a da morte do Senna. Lembro-me de que nesse dia almocei em casa dos meus avós paternos. Tenho ainda gravada a imagem de estar no corredor lá de casa e ver um dos meus tios aparecer no corredor e com o dedo tocar na têmpora, explicando como teria sido vitimado o lendário piloto brasileiro.

Senna, homem carismático, profundamente humano, símbolo do desporto limpo, puro, e implacável na pista, sempre foi e continuará a ser um exemplo, dentro e fora das pistas. Senna disse um dia que «Melhorar é o que me faz feliz. (…) E estou a falar tanto enquanto piloto como enquanto homem. E tenho mais para aprender como homem, porque a carreira de um piloto é curta, e eu espero que a minha vida ainda dure muito tempo.». Tragicamente, este desejo de Senna, o homem que ainda tinha tanto por fazer, não se cumpriu, mas cumpre-se, de algum modo, na imagem que deixou de si, e na forma como ainda hoje faz vibrar os amantes da modalidade, e milhões de pessoas por todo o mundo.

Partilho convosco, aqui, o artigo que escrevi hoje para o site noticioso VAVEL.COM, sobre a vidade, morte e legado do incomparável Ayrton.

Hugo desenho 4sc2Hugo Picado de Almeida

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