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Já é quase uma tradição de defeso, sempre que Jorge Jesus acaba uma época em alta, é insistentemente apontado a outro clube e Luís Filipe Vieira para não perder o “Mestre Táctica” acelera a renovação de contrato satisfazendo os caprichos de JJ.

Foi assim, por exemplo, que após o primeiro título de águia ao peito Jesus passou a receber os surreais 4 milhões de euros por época que ganha actualmente. Supostamente, graças ao Lobo Mau azul e branco.

Actualmente as casas dos primeiros porquinhos – devido à sua construção deficiente – já foram derrubadas e o mercado está a tentar derrubar a caça de betão do porquinho mais consistente.

Se na primeira época o Lobo vinha dos lados da Invicta e na época passada de Milão, este ano o malvado reside na vizinhança. Contudo é difícil imaginar que este Lobo que é constantemente apontado como frágil, poupadinho e contador de tostões, de um dia para o outro tenha força para soprar e derrubar com a força dos seus inexistentes milhões a casa de tijolos do vizinho.

Se alguém acreditar em contos da carochinha talvez aceite que um porquinho que construa uma casa simples e modesta e que passe metade do ano a ser publicamente chamado à razão por isso, de repente tenha materiais mais resistentes e valiosos do que o porquinho ao lado para lhe roubar o arquitecto.

A cara do cobiçado arquitecto mostra que nem o próprio parece acreditar em tamanha aldrabice

A cara do cobiçado arquitecto mostra que nem o próprio parece acreditar em tamanha aldrabice

Pensando bem, talvez o inofensivo vizinho não seja o Lobo Mau, mas sim o próprio arquitecto. Afinal só por uma tentativa do próprio se valorizar e forçar a renovação do projecto actual – com as mesmas condições – é que esta situação pode ser insistentemente pública. Ainda mais vindo de um jornal que mais parece o curral da casa de cimento do porquinho dominante. O amor ao arquitecto vencedor é tão grande que o curral que durante todo ano não se lembrou da sua situação contratual, assim que viu a obra deste premiada decidiu espalhar aos quatros ventos a urgência de se conservar a posição do mestre amado.

Convenhamos que depois de construir uma casa de betão sólida e ambicionando um projecto ainda maior, não faria sentido que o arquitecto voltasse ao processo de construção de base, sem sequer ter os mesmos materiais.

A lama do curral foi bem espalhada e hoje os amigos jornaleiros ajudam o Lobo Mau dos bancos a conseguir a ambicionada renovação – Obrigado Serpa! Gracias Saraiva! Daqui a uns dias lá estará o Lobo Mau a vestir a pele de cordeiro revelando que foi procurado por Deus e o mundo e ficou por amor e porque o amigo presidente fez tudo por tudo para o manter. O vizinho do lado, que se anda a pôr a jeito, lá vai ver espalhada a falsa mensagem de que mais uma vez cedeu à astúcia da casa de cimento.

Um filme que jorra lama por todos os lados, onde cada porquinho vai evidentemente manter o seu lugar e o Lobo-Mau, qual cordeiro, vai ter os pulmões recheados de ar e vários milhões, graças à sua obra e ao marketing sujo do curral.

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SONY DSCBruno Gomes

 

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